
A Polícia Civil continua investigando a morte de Salmon Dionísio da Cruz, de 43 anos, encontrado morto dentro de uma residência na Rua João de Barros, no bairro Aparecida. A principal linha de investigação, até o momento, é a de suicídio.
Nesta semana, a companheira de Salmon, Núbia, foi ouvida pelo delegado titular de Medeiros Neto, Dr. Júlio Telles, e forneceu detalhes importantes sobre o caso. Segundo ela, ao chegar em casa, encontrou a porta trancada. Após chamar por Salmon diversas vezes e não obter resposta, arrombou a porta e se deparou com ele enforcado, com uma corda no pescoço, aparentemente já sem sinais vitais.
Em estado de desespero, Núbia cortou a corda e saiu pedindo socorro pelas ruas. Moradores confirmaram ter escutado seus gritos por ajuda. Sem conseguir assistência imediata, ela se dirigiu até a casa do irmão de Salmon, localizada no bairro Uldurico Pinto, próximo à Areninha, mas também não foi atendida pelos familiares. Sem outra alternativa, seguiu para a casa de sua irmã.
Em conversa informal com a polícia, o irmão da vítima informou que Salmon já havia manifestado anteriormente comportamentos com indícios de ideação suicida. Ele havia retornado recentemente de Belo Horizonte, onde passou uma temporada com Núbia.
O laudo emitido pelo Instituto Médico Legal (IML) de Teixeira de Freitas apontou que a causa da morte foi estrangulamento, sendo utilizada uma corda. Ainda segundo o documento, o quarto onde o corpo foi encontrado não apresentava sinais de sangue nem evidências de luta corporal, o que reforça a hipótese de que não houve violência externa no local.
O delegado Dr. Júlio Telles segue com as oitivas e demais diligências para a conclusão do inquérito. A Polícia Civil trata o caso com cautela, analisando todos os elementos disponíveis para chegar a uma conclusão definitiva sobre a morte de Salmon Dionísio.
Por: MDD/ Sessé Guimmas
Fonte: medeirosdiadia.com.br
